A Netflix marcou para 7 de maio de 2026 a estreia de The Chestnut Man: Hide and Seek, segunda temporada do thriller dinamarquês baseado nos romances de Søren Sveistrup. A série retorna com Mikkel Boe Følsgaard e Danica Curcic nos papéis dos detetives Mark Hess e Naia Thulin. Trata-se de um dos retornos mais aguardados do catálogo nórdico do streamer em 2026.
Caso novo, mesmos protagonistas
A estrutura não é antológica. Em primeiro lugar, Hide and Seek mantém os dois protagonistas da primeira temporada, mas com investigação completamente nova. Em outras palavras, é continuação de personagem, não de mistério — modelo similar a True Detective em formato sazonal.
Em paralelo, há history off-screen entre Hess e Thulin que aconteceu entre as temporadas. Por consequência, a química do casal protagonista entra reformulada — eles se reencontram com bagagem que o público não viu, mas que pesa nas decisões dos primeiros episódios. Em resumo, a série aposta na maturidade da relação dos detetives.
O vilão da cantiga de ninar
O antagonista da nova temporada usa uma cantiga infantil para perseguir vítimas. Em outras palavras, há ritualização macabra do gênero serial killer dinamarquês. Por consequência, o tom flerta com Hannibal e True Detective ao mesmo tempo — referência sofisticada acima da média do nicho nórdico.
Em paralelo, a temporada é mais sombria que a primeira. Trata-se de mudança importante: enquanto a primeira leva tinha procedural com toques psicológicos, Hide and Seek aposta em horror puro com toques investigativos. Por isso, a Netflix colocou aviso de conteúdo gráfico mais explícito do que o usual em produção dinamarquesa.
Mais ação e menos investigação tradicional
A nova leva traz lutas mortais e tiroteios em momentos-chave. Em primeiro lugar, é mudança de tom em relação à primeira temporada, que era mais contemplativa. Em outras palavras, Hide and Seek se aproxima do thriller físico — não é só observação de detetives, há ação concreta.
Em paralelo, a review do Screen Rant deu nota 9/10 — uma das mais altas para série dinamarquesa Netflix em anos. Por consequência, há expectativa elevada entre fãs do gênero nórdico que vinha em queda no streamer. Em resumo, a aposta no retorno parece ter compensado.
Ester Birch e Sofie Gråbøl no elenco
Ester Birch retorna como Le Thulin, agora adolescente — passou tempo significativo entre as temporadas. Em paralelo, Sofie Gråbøl entra como Marie Holst, personagem nova que conecta a investigação com camadas políticas da Dinamarca contemporânea. Em outras palavras, há expansão social do mundo da série.
Por consequência, Hide and Seek consegue equilibrar continuidade de personagens conhecidos com refresh do universo. Trata-se de difícil equilíbrio que poucas séries policiais sustentam em segunda temporada. Sveistrup, autor dos romances originais e roteirista de Snowman, manteve controle criativo apertado para garantir esse balanço.
A escolha controversa do final
A temporada termina com decisão narrativa polêmica. Por outro lado, a review do Screen Rant chama de ‘escolha que muda completamente o rumo da história’. Em paralelo, há ambiguidade calculada para alimentar discussão pós-estreia — modelo que a Netflix vinha testando em séries de formato curto.
No fim das contas, The Chestnut Man volta como caso raro de série Netflix nórdica que melhorou na segunda temporada. Quem quiser conferir pode ver a página da série na Netflix Brasil ou acompanhar a ficha completa no IMDb. Resta saber se Hess e Thulin terão continuidade depois desta segunda leva ou se o final controverso encerra a saga em definitivo.