Toy Story 5: Brasil ganha sessão antecipada em 17 de junho com Maísa como Lilypad

Maísa Silva dubla a personagem inédita Lilypad em pré-estreia exclusiva da Pixar

Por Redação Notícias Flix 04/05/2026 às 13:34 5 min de leitura Atualizado: 05/05/2026
Toy Story 5: Brasil ganha sessão antecipada em 17 de junho com Maísa como Lilypad
5 min de leitura

A Disney finalmente colocou data no calendário brasileiro. Toy Story 5 chega aos cinemas em 18 de junho de 2026, um dia antes da estreia americana. Mas tem mais: a coletiva em São Paulo confirmou sessões antecipadas em 17 de junho — quem não quer esperar pode ver o filme antes do mundo todo.

O Brasil sai na frente da estreia mundial

Em primeiro lugar, vale o registro factual. De acordo com o anúncio da Disney na coletiva paulistana, as sessões antecipadas acontecem em 17 de junho de 2026 em todo o circuito nacional. A estreia oficial em larga escala fica para 18 de junho. Por isso, o público brasileiro assiste ao filme antes mesmo dos americanos, que só recebem o longa em 19 de junho.

Em paralelo, esse tipo de antecipação vinha sendo prática rara em estreias Pixar no país. Em outras palavras, a Disney apostou que Toy Story 5 carrega peso suficiente para justificar o movimento. Em resumo, é jogada de marketing claro: aproveitar o burburinho global que vem por aí e transformar o Brasil em hub inicial da campanha mundial.

Maísa é a Lilypad brasileira

Outro anúncio importante veio direto da coletiva. Maísa Silva, atriz e apresentadora, dubla Lilypad na versão brasileira. A escolha tem peso comercial — Maísa carrega uma das maiores bases de fãs jovens do país. Por consequência, a Disney garante apelo direto à demografia que mais consome a franquia hoje.

Bonnie hipnotizada por tablet em forma de sapo enquanto brinquedos observam

Em paralelo, a versão americana entrega Greta Lee como voz original de Lilypad. A atriz vinha de Past Lives, drama indicado ao Oscar em 2024. Em outras palavras, o casting global mistura prestígio crítico com apelo pop — fórmula clássica da Pixar para vilões memoráveis.

O resto do elenco brasileiro segue tradição

Os pilares vocais da franquia retornam. Guilherme Briggs continua como Buzz Lightyear, Marco Ribeiro como Woody e Mabel Cezar como Jessie. Por consequência, a continuidade dramática fica preservada. Em paralelo, é a primeira vez que esse trio aparece junto desde Toy Story 4, em 2019.

De acordo com fontes da Disney Brasil, a equipe de dublagem trabalhou sob supervisão direta da Pixar para alinhar tom e ritmo. Em outras palavras, há cuidado em não deixar a versão brasileira soar como adaptação rasa. Em resumo, é tipo de atenção que faz Toy Story manter o mesmo carisma em qualquer idioma.

O que o filme realmente entrega

O conflito central de Toy Story 5 é tecnologia versus brinquedo. Bonnie, agora com 8 anos, se apaixona por Lilypad — tablet em forma de sapo que toma todo o tempo dela. Por consequência, Buzz, Woody e o resto da turma precisam reconquistar a atenção da dona, agora dividida com a tela. Trata-se de tema sensível para uma geração de pais que vive exatamente esse dilema.

Em paralelo, a Pixar vinha sinalizando que essa seria a virada temática mais arriscada da franquia. Em outras palavras, o filme fala diretamente com famílias contemporâneas, sem fingir que o problema do tempo de tela não existe. Em resumo, é Toy Story crescendo junto com o público que viu o original em 1995 e agora cria os próprios filhos.

Andrew Stanton sinaliza despedida

O diretor Andrew Stanton tornou pública uma declaração que mexeu com fãs. Em entrevista à Entertainment Weekly, ele disse: “Esse provavelmente é o último que eu vou dirigir”. Por consequência, há sensação de fechamento de ciclo. Stanton acompanha a franquia desde 1995, primeiro como roteirista e depois como diretor de Toy Story 3, em 2010.

Em paralelo, ele não sai da Pixar. Continua como Vice-Presidente Criativo do estúdio, supervisionando outros diretores e moldando o futuro da casa. Em outras palavras, é despedida da cadeira de diretor, não do projeto Pixar como um todo. Em resumo, Toy Story 5 ganha peso simbólico — é o último filme dessa fase autoral de Stanton.

Por que essa estreia importa para a Pixar

A Pixar vinha de fase desigual desde 2020. Por isso, Toy Story 5 chega como aposta segura para garantir bilheteria sólida. Em paralelo, a franquia inteira já arrecadou mais de US$ 3,3 bilhões mundialmente. Em outras palavras, é o ativo mais previsível do estúdio, e a Disney sabe disso.

De acordo com analistas da indústria, a expectativa é que Toy Story 5 abra com mais de US$ 145 milhões só nos Estados Unidos. Em outras palavras, é projeção que coloca o filme entre os maiores lançamentos da Pixar na década. Em resumo, há margem de segurança comercial enorme — o que dá liberdade para a equipe explorar temas mais delicados sem pressão de bilheteria.

Como conseguir ingresso para a sessão antecipada

A pré-venda dos ingressos para 17 de junho deve abrir entre o final de maio e o início de junho, segundo o calendário típico das estreias Pixar no Brasil. Por isso, vale acompanhar Ingresso.com e Cinemark direto. Em paralelo, salas IMAX devem ter sessões dedicadas com cobrança extra — padrão da rede para grandes lançamentos animados.

No fim das contas, Toy Story 5 chega cercado por todos os ingredientes raros: data antecipada para o Brasil, casting nacional de peso, despedida simbólica do diretor histórico e tema que conversa com pais e filhos ao mesmo tempo. Resta saber se a Pixar consegue equilibrar o sentimento nostálgico com o discurso sobre tempo de tela sem cair em moralismo.