A Morte do Demônio: Em Chamas (Evil Dead Burn) ainda nem estreou, mas já saiu das primeiras sessões com um recado forte: o novo capítulo da franquia parece ter acertado o coração do caos. As reações iniciais falam em gore pesado, humor ácido e um lado emocional que não fica só como desculpa de roteiro.
Resumo rápido
- Estreia divulgada para 09/07/2026
- Críticos chamaram o filme de visceral, brutal e engraçado
- Sébastien Vaniček dirige o novo longa da franquia
As primeiras impressões publicadas por críticos convidados são muito positivas. “Excepcionalmente satisfatório”, “insano”, “visceral”, “grotesco” e até “o melhor da franquia” apareceram entre os comentários mais repetidos.
Calma: reação inicial não é crítica fechada. Mesmo assim, o padrão chama atenção. Quando tanta gente bate na mesma tecla, normalmente existe alguma coisa ali além do hype de cabine.
Sangue, nojo e piada amarga. Foi isso que a crítica viu
O tom das reações aponta para um filme que entende bem o manual de Evil Dead. Tem possessão, mutilação, humor negro e aquela sensação de que tudo pode piorar em segundos.
O elogio mais interessante não é o “brutal”. Esse a franquia sempre entregou. O que pega aqui é o “dolorosamente emocional”, porque sugere que A Morte do Demônio: Em Chamas não virou só um desfile de tripas.

Também apareceu muito a ideia de equilíbrio. Vários comentários falam de um filme “brutal, sangrento e realmente engraçado”, sem quebrar a tensão na hora errada.
Isso importa. Terror com piada ruim desarma a cena. Evil Dead sempre funcionou melhor quando o riso vem junto do desconforto, não no lugar dele.
Na prática, o recado para o público brasileiro é simples: quem gosta de gore físico, sangue em excesso e horror corporal deve encontrar exatamente o que procura. Quem passa mal com mutilação ou prefere terror mais contido talvez queira correr para outro lado.
A comparação inevitável com A Morte do Demônio: A Ascensão
O parâmetro recente da franquia é A Morte do Demônio: A Ascensão (Evil Dead Rise). Foi ele que provou que a saga ainda conseguia se reinventar fora da cabana, puxando a violência para um prédio e deixando o clima familiar ainda mais sufocante.
Pelo que saiu agora, Em Chamas parece manter essa linha, mas com menos freio. O novo longa foi descrito como um “banho de sangue implacavelmente selvagem”, só que com direção segura e subtexto familiar forte.
Tem cheiro de mistura boa: a brutalidade seca de A Morte do Demônio, de 2013, com o humor torto de Uma Noite Alucinante 2. Se isso se sustentar por 90 e poucos minutos, a disputa interna da franquia fica séria.
Quer relembrar o capítulo anterior? A página oficial de A Morte do Demônio: A Ascensão ajuda a medir o salto que Em Chamas está tentando dar.
O que já está confirmado sobre A Morte do Demônio: Em Chamas
Antes de sair cravando “melhor da franquia”, vale olhar o básico. O novo filme chega como história independente dentro da saga, então não exige maratona completa para funcionar.
| Item | Detalhe |
|---|---|
| Título original | Evil Dead Burn |
| Título no Brasil | A Morte do Demônio: Em Chamas |
| Direção | Sébastien Vaniček |
| Franquia | A Morte do Demônio / Evil Dead |
| Gênero | Terror, gore, horror corporal e suspense |
| Tom | Horror sobrenatural com humor ácido |
| Classificação nos EUA | R |
| Estreia divulgada | 09/07/2026 |
| Formato narrativo | História independente dentro da continuidade da saga |
| Elenco principal | Lily Sullivan, Souheila Yacoub, Morgan Davies, Gabrielle Echols e Nell Fisher |
| Lançamento inicial no Brasil | Cinemas |
O elenco ajuda a situar o novo núcleo dramático, mas o centro da conversa, por enquanto, é outro. Todo mundo saiu falando da mão pesada de Vaniček e do controle de tom.
Esse talvez seja o melhor sinal. Gore sem direção vira compilado de choque. Quando a reação mais repetida fala em filme “satisfatório”, a leitura é de entrega completa, não só de exagero.
Chega aos cinemas em julho
A data divulgada para A Morte do Demônio: Em Chamas é 09/07/2026. No Brasil, o lançamento inicial será nos cinemas, e ainda não houve anúncio de plataforma para streaming.
Bilheteria, nota no Rotten Tomatoes e média no Metacritic ainda não entraram no jogo. O que existe hoje é boca a boca de primeira sessão — e, nesse estágio, ele veio alto.
Se esse entusiasmo virar aprovação do público, o filme pode entrar fácil na conversa dos terrores mais fortes do ano. Se não virar, fica só como mais um caso clássico de cabine empolgada demais.
Por enquanto, a parte concreta é esta: 09/07/2026 nos cinemas brasileiros e nada de streaming confirmado. O resto depende da pergunta que todo terror precisa responder sozinho na sala escura: depois do barulho das redes, ele ainda machuca de verdade?