Onde Assistir Thunderbolts* no Brasil
Sinopse
Thunderbolts* chegou em 2025 carregando uma missão difícil: reposicionar a Marvel após uma sequência de tropeços e provar que ainda existe espaço para narrativas adultas dentro do MCU. Dirigido por Jake Schreier (de Beef), o filme reúne um time improvável de anti-heróis convocados para uma missão suja — e descobre, no caminho, que o real inimigo está dentro deles.
Florence Pugh retorna como Yelena Belova em um papel de protagonismo claro, ao lado de Sebastian Stan (Bucky Barnes), David Harbour (Guardião Vermelho), Wyatt Russell (Agente americano) e Hannah John-Kamen. A grande adição é Lewis Pullman como Sentry/Bob, um personagem cuja instabilidade psíquica funciona como espelho das próprias feridas do grupo. O asterisco no título — preservado em todos os materiais oficiais — é um aceno ao desfecho que a Marvel preferiu não revelar nas campanhas.
O filme aposta no tom de heist movie psicológico em vez do espetáculo de poderes, uma escolha que dividiu o fandom mas conquistou parte da crítica. Thunderbolts* também serve de ponte para Vingadores: Doomsday, projeto que retoma os irmãos Russo na direção e tem estreia prevista para 2026.
Análise — Notícias Flix
Thunderbolts* chegou em 2025 com a missão ingrata de reconstruir a credibilidade do MCU depois de uma sequência de tropeços (The Marvels, Quantumania, Capitão América: Admirável Mundo Novo). Jake Schreier, que comandou Beef na Netflix, traz pra Marvel a sensibilidade indie que fez aquela série virar fenômeno crítico — e o resultado é o filme mais íntimo e psicológico do estúdio em anos.
O time é improvável e propositalmente desfuncional: Yelena Belova (Florence Pugh, em performance que carrega o filme nas costas), Bucky Barnes (Sebastian Stan), Guardião Vermelho (David Harbour), Agente Americano (Wyatt Russell), Fantasma (Hannah John-Kamen) e Taskmaster — todos convocados por Valentina Allegra de Fontaine (Julia Louis-Dreyfus) pra uma missão que rapidamente se revela armadilha. A grande descoberta é Lewis Pullman como Sentry/Bob, um personagem cuja instabilidade psíquica funciona como espelho coletivo: todos no grupo carregam traumas que precisam encarar.
O asterisco do título — preservado em todos os materiais — é uma piada visual que o filme cumpre no terceiro ato com ousadia rara dentro do MCU. A ação é contida, quase claustrofóbica em alguns trechos; o filme prefere conversas longas sobre culpa e identidade ao espetáculo de poderes que cansou o público. Trilha do Son Lux (que fez Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo) é desconcertante na melhor medida.
Faltou popularidade nas bilheterias — o filme teve estreia abaixo do projetado nos EUA — mas a crítica reconheceu o esforço de mudança de tom. Funciona também como ponte direta para Vingadores: Doomsday (2026), com cena pós-créditos que reposiciona o time dentro do tabuleiro maior dos Vingadores.
Pontos fortes
- Florence Pugh entrega a melhor performance do MCU em anos
- Tom adulto e contido — heist psicológico, não espetáculo
- Lewis Pullman como Sentry é a grande descoberta do filme
- Trilha do Son Lux foge totalmente do template Marvel
Pontos fracos
- Bilheteria abaixo do esperado revela problema de marketing
- Cenas de ação são contidas demais para parte do público
- Personagens secundários (Taskmaster, Fantasma) ficam no esboço
Bilheteria
- Orçamento
- US$ 180 mi
- Arrecadação mundial
- US$ 382 mi
- Retorno
- 2,1× o orçamento
Ficha técnica
- Roteiro
- Eric Pearson
- Fotografia
- Andrew Droz Palermo
- Trilha sonora
- Ryan Lott
- Edição
- Harry Yoon
- Duração
- 126 min
Datas-chave
-
Lançamento mundial
Elenco principal